Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem, mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois... Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO. Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA!
(Roberto Shinyashiki)
domingo, 21 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Abaixo do piso
Levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), divulgado agora, inclui o Rio Grande do Sul entre os seis Estados com salários abaixo do mínimo determinado por lei para professores iniciantes, apontando-o como o de pior remuneração para educadores da rede pública estadual. Em parte, a situação é motivada pelo radicalismo de líderes do Cpers/Sindicato, que recusaram a última proposta de reajuste feita pelo governo e, sistematicamente, se opõem às iniciativas oficiais. Mas é inaceitável que um Estado que teve a melhor educação do país se encontre hoje com um sistema educacional tão degradado.
Casos pontuais, como o da escola de Uruguaiana na qual pais de alunos foram obrigados a pagar professor particular para não deixar as crianças sem aula, servem para evidenciar o descaso com que o ensino básico tem sido tratado no Estado. A saída temporária de um professor por motivo de saúde teria que ser encarada como um fato rotineiro, para o qual deveriam ser previstas soluções imediatas. O aspecto cruel é a angústia dos pais, para os quais sequer é definido um horizonte para a substituição e ainda são avisados de que as aulas emergenciais não serão validadas pela Secretaria de Educação.
A perversa combinação entre professores com a mais baixa remuneração do país e a falta de agilidade no enfrentamento de problemas pontuais no ensino público expõe um quadro dramático para o qual deveriam ser buscadas providências emergenciais. Quaisquer que sejam as soluções, é preciso que incluam melhores condições físicas e maior valorização profissional dos educadores, incluindo melhores salários.
Infelizmente, o projeto prevendo remuneração mínima para professores que têm ganhos inferiores ao piso esbarrou num impasse. Numa área tão essencial, é preciso saídas imediatas, que valorizem o ensino e os educadores.
Fonte: Zero Hora
Casos pontuais, como o da escola de Uruguaiana na qual pais de alunos foram obrigados a pagar professor particular para não deixar as crianças sem aula, servem para evidenciar o descaso com que o ensino básico tem sido tratado no Estado. A saída temporária de um professor por motivo de saúde teria que ser encarada como um fato rotineiro, para o qual deveriam ser previstas soluções imediatas. O aspecto cruel é a angústia dos pais, para os quais sequer é definido um horizonte para a substituição e ainda são avisados de que as aulas emergenciais não serão validadas pela Secretaria de Educação.
A perversa combinação entre professores com a mais baixa remuneração do país e a falta de agilidade no enfrentamento de problemas pontuais no ensino público expõe um quadro dramático para o qual deveriam ser buscadas providências emergenciais. Quaisquer que sejam as soluções, é preciso que incluam melhores condições físicas e maior valorização profissional dos educadores, incluindo melhores salários.
Infelizmente, o projeto prevendo remuneração mínima para professores que têm ganhos inferiores ao piso esbarrou num impasse. Numa área tão essencial, é preciso saídas imediatas, que valorizem o ensino e os educadores.
Fonte: Zero Hora
terça-feira, 9 de março de 2010
Mais um ano letivo começando... Inicio de ano é a época em que os professores conhecem seus novos alunos, programam as suas atividades para o ano, planejam sua vida acadêmica e profissional.
Como estou sempre nessa busca constante pelo aperfeiçoamento e por novas oportunidades profissionais, vou colocar aqui as propostas que acho interessante.
Espero com isso poder ajudar quem não tem muito tempo de procurar...
Abraço.
Como estou sempre nessa busca constante pelo aperfeiçoamento e por novas oportunidades profissionais, vou colocar aqui as propostas que acho interessante.
Espero com isso poder ajudar quem não tem muito tempo de procurar...
Abraço.
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